O camisola 8

Adora futebol. Por isso jogava no meio do campo com a camisola 8, igual ao ídolo. “Essa é a melhor posição, pega na bola o tempo todo”. Agora escreve sobre esse Mundo que é o futebol.
De tudo um pouco, na maioria das vezes sem saber o que diz, das outras sem saber o que dizer.
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

A caminho da Europa

  




  5 Grandes Favoritos : os rivais de Manchester, Valência, Porto e Sporting.
  Objectivo : Ganhar a liga Europa.
  
  Não podemos esperar que alguém os elimine ou que caiam antes de jogar connosco, se queremos ser grandes, temos que crescer. Mais vale os eliminar agora, do que jogar as finais contra eles, onde estão certamente mais concentrados na competição que agora. É pois um bom sorteio, temos 2 hipóteses de fazer cair o grande candidato, e daí sair uma valorização enorme para o conjunto que o conseguir. 
  Uma equipa só pode vencer uma competição se for melhor que as outras, e como tal terá que vencer todas. É isso que nos espera. 
   Ao Braga calhou o "português" Besiktas, e posteriormente o vencedor do Lazio-Atlético. Duas equipas que buscam na Europa a glória perdida em casa. Dois bons jogos em perspectiva!

 Não tenho dúvida nenhuma que junto do Valência e os vencedores destas 4 eliminatórias, sairá o vencedor da competição.


Liga dos Campeões: Há razões para sorrir. Na Champions não há jogos fáceis, mas talvez tenha calhado um dos menos difíceis, até tendo em atenção o calendário. Zenit não pode meter medo à grande equipa europeia que o Benfica quer ser. 

Há razões para acreditar, que hoje se deu mais um passo para elevar o nome de Portugal. Acredito em 4 vitórias, e sei que continuará a haver Portugal na Europa. A alto e a bom som.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Benfica 2 - 0 Trabzonspor



 Foi um Benfica previsível, o que entrou em campo hoje na Luz. Jesus tentou utilizar um onze base parecido com o da época passada, substituindo Sálvio por Enzo Pérez, o jogador mais parecido em termos de movimentação e capacidade técnica do plantel com o jogador Madrileno. 
  Benfica entrou dominador, mas pecava na saída de bola. Com os defesas a revelar enorme dificuldade na primeira fase de construção, a juntar à incapacidade de Javi Garcia de assumir o golo, era Garay o único elemento da defensiva encarnada capaz de verticalizar o jogo, nem que fosse apenas 20m à frente. Um grave lacuna na equipa de Jesus, que sem Coentrão e Maxi para encarrilarem a bola nos flancos, Luisão e Javi Garcia revelam-se (não agora, porque é sabido) incapazes de serem úteis à equipa com bola.
  A partir da meia hora, o jogo equilibrou-se e na segunda parte, foi mesmo a equipa turca que entrou mais forte, ameaçando várias vezes que estaria próximo o jogo. Com particular destaque para Adrian, Paulo Henrique e Colman, que com a sua qualidade técnica causaram bastantes desequilíbrios. Ao passo que Zokora secava Aimar, mas é precisamente quando entra outro médio centro para se juntar a Zokora e fechar caminhos, que o Benfica marca o golo. E a partir daí com confiança soube gerir melhor a bola, não arriscando e chegando ao segundo golo num golo fantástico de Gaítán. Talvez o 2-0 seja demasiado pesado para um equipa que se apresentou organizada e tentou várias vezes chegar ao golo, mas que não seja entendido como eliminatória ganha para o Benfica, pois jogar na Turquia nunca é fácil.

Artur - Acalma até o adepto mais nervoso. Transmite uma qualidade e tranquilidade essenciais à equipa. Com ele acabaram os calafrios na baliza. Ou muito me engano, ou Eduardo com esta transferência acabou de entregar as luvas do Euro ao Patrício, mas mais oportunamente falaremos disso.

Garay - Muito bom nos desarmes, e fantástico a forma como assume o jogo. Teve 4 ou 5 excelentes recepções de bola, que permite imediatamente à equipa sair a jogar com qualidade.

Luisão - Incompreensivelmente continua a envergar a braçadeira, mas como no futebol a memória é curta, teve 4 ou 5 desarmes vitais à equipa e a continuar assim, rapidamente retornará a ídolo.

Emerson - Atento, mas não exuberante como nos habituou o antecessor. Certinho, e mais participativo com o colega de lateral.

Aimar - Apagado, melhorou com o tempo, e é ele que "descobre" Nolito num passe só repleto de classe.

Enzo Pérez - Esforçado, mas apagado, terá que fazer muito mais.

Gaitán - Levantou o estádio com um golo soberbo e é de longe o melhor jogador encarnado. Com a passagem para o flanco oposto perde preponderância, e será interessante ver como Nolito poderá ir somando minutos sem "apagar" Gaitán.

Nolito - Entrou e apesar de não mexer imediatamente com o jogo, é dele o golo que transmitiu confiança. E teve mais 2 passes fantásticos para Cardozo. Complementando a análise em cima, espero para ver como coabitará com Gaitán.

Saviola/Cardozo - Movimentações interessantes mas que se revelaram sempre ineficazes, esforçados mas terão que melhor muito.

Witsel - Veio ajudar mais Javi e fechar a zona central, teve pouco tempo para se ver mais que a sua inteligência e o bom toque de bola.

Maxi - Não lhe vão dar férias? O rapaz não tem vitalidade. Mas vale descansar agora e regressar forte...

Jesus - Não sei se os jogadores já o ignoram, mas a maneira como gesticula, grita, esperneia e aponta é mais cómica que necessária. Não transmite confiança nem segurança...

domingo, 29 de maio de 2011

D'un altre món!

  Assim se define em catalão, este Barcelona: De outro mundo!
  Custa-me ver como alguém ainda pode criticar ou sequer ousar pensar em tal, este Barcelona!
  Este Barcelona é o apogeu do futebol, é o clímax que o futebol pode atingir, foi para ver o Barcelona jogar que se criou o futebol, Esta equipa é o protótipo de futebol perfeito. O passe, a posse, a temporização, a procura, a paciência, a solidariedade. É incrível uma equipa entrar em campo com 8! jogadores da cantera. Numa final europeia! Isto é fantástico, como ainda é possível alguma voz de elevar contra tamanha beleza?!
  A forma simples como vulgarizam qualquer equipa é pragmática desta situação. É que ontem em nenhum momento se achou que o Manchester podia ganhar ou jogar melhor. Sim podia brilhar aqui e ali, podia marcar um ou dois, mas o jogo era do Barcelona. Quando entram em campo, a bola corre para os seus pés, pois ali sente-se acarinhada. Seja Real, Arsenal ou Manchester, a forma como essas equipas têm que adaptar a sua forma de jogar para ainda terem alguma esperança é um belo exemplo da superioridade moral dos Catalães, veja-se o Arsenal a defender numa linha de 6 com os alas encostados aos laterais. Madrid com Ronaldo sozinho na frente, Manchester não tanto, mas também pagou por isso. Pois ao colocar Giggs ao lado de Carrick deu o meio campo ao adversário. E Barcelona, com espaço... Bem é tudo o que querem.  Mesmo que nem sempre conseguem transportar para dentro do campo essa superioridade, pois, bem, também são homens! Se bem que há um Deus entre eles: Messi. 
  É a melhor equipa do Mundo. É futebol pode-se começar a descrever como Barcelona. Eles jogam Futebol. Alguns aproxima-se, outros nunca passarão de uma constante e mera tentativa. 

sexta-feira, 27 de maio de 2011

O jogo mais esperado do ano!











Está a aproximar-se mais uma final da Liga dos Campeões. O jogo que define o melhor entre os melhores vai ser disputado já neste sábado e num estádio e numa cidade que ja contribuiram muito para a história do futebol. O renovado Wembley, em Londres, vai ser o palco da final da Liga dos Campeões 2010/2011. E este mítico estádio vai receber duas equipas, que recentemente se encontraram nesta fase da prova, Barcelona e Manchester United. Nesta edição o seu percurso foi semelhante, encontrando tanto uma como outra, equipas inglesas e espanholas, apesar de em fases diferentes.





O Barça começou a prova no grupo D, juntamente com Copenhaga, Rubin Kazan e Panathinaikos. Um grupo à partida acessível para esta equipa do Barcelona, como as 4 vitórias e os 2 empates vieram mais tarde a confirmar. Nos "oitavos" a tarefa complicou-se um pouco mais, com o encontro com o Arsenal de Arsène Wenger. Houve um primeiro embate em que a equipa londrina venceu em casa por 2-1, uma reviravolta incível depois de o Barça chegar ao intervalo a ganhar por 0-1. Um jogo marcado por uma opção defensiva de Guardiola ao substituir Villa por Keita e por uma atitude ofensiva muito boa do Arsenal, a partir desse momento, que se traduziu em 2 golos. Para seguir em frente a equipa de Guardilola tinha de ganhar em casa e assim o fez. Venceu por 3-1, mas num jogo que ficou marcado por uma polémica expulsão de Van Persie quando havia 1-1 no marcador e um golo absolutamente fenomenal de Messi a acabar a primeira parte. Nos quartos-de-final, surgiram os ucranianos Shakhtar Donetsk. Uma equipa com um ataque composto por muitos brasileiros, que dão grande mobilidade e qualidade à equipa a atacar, mas que não dão grande estabilidade a defender, o que os iria expor bastante ao poderoso ataque catalão. Na primeira mão o 5-1 traduz a análise por mim feita, mas realativamente ao jogo jogado, os ucranianos dispuseram de algumas situações para finalizar e assim discutir mais a eliminatória, mas não o conseguiram, o que contra uma equipa como o Barça se paga caro. A segunda mão foi um jogo onde a tarefa estava muito complicada par o Shakhtar e que o Barcelona acabou por ganhar traquilamente por 0-1. O sorteio das meias-finais, antecipou o confronto que todos esperavam para a final, o embate frente ao eterno rival Real Madrid. Depois de recentemente ter empatado no Santiago Bernabéu e perdido a Taça do Rei em Valência, chegava o ultimo teste de fogo dos blaugrana frente ao maior clube da capital. O embate a duas mãos avisinhava-se favorável ao Barcelona, mas a equipa do Real já tinha demonstrado que tinha uma capacidade de sofrimento enorme e uma grande consistência táctica no confronto directo, e que com uma pontinha de sorte até poderia alcançar a final. Mas o jogo da primeira mão, em Madrid, foi decisivo. Mais uma vez uma expulsão polémica, num jogo que até estava a ser equilibrado, ajudou o Barça a conseguir o seu objectivo. 0-2 foi o resultado final deste jogo, onde os golos só surgiram depois da expulsão de Pepe, sendo o segundo mais uma obra prima de "El Pulga". Este resultado foi "um soco no estômago" para a equipa de Mourinho, o que não impediu o Real de ir a Camp Nou fazer uma bela exibição e jogar "à Barcelona" em alguns momentos do jogo. Contudo, mais uma vez, factores alheios aos protagonistas, tiveram alguma influência no desenrolar do jogo. Um golo mal anulado a Higuaín, por fora de jogo, quando o resultado se encontrava em 0-0 foi um facto que teve alguma importância para o seguimento da partida, que terminou com um empate 1-1, depois do Barcelona ter estado a liderar por 1-0. Assim se apurou, o campeão espanhol, para o tão desejado encontro.








Do outro lado, Manchester United, teve confronto com uma equipa espanhola logo na fase de grupos. Valênvia, Rangers e Bursaspor eram os primeiros adversários da equipa de Sir Alex Ferguson. Este não era um grupo muito fácil, pois se retirarmos o estreante turco Bursaspor, os outros dois adversários, um pela rivalidade histórica e campo complicado, o outro pelos bons jogadores que tem, ameaçavam ser obstáculos difíceis. Mas ao contrário do que parecia, a equipa de Manchester, venceu 4 jogos e empatou 2, acabando em primeiro lugar do grupo. Não teve vitórias muito volumosas, mas conseguiu dominar todos os oponentes. Nos oitavos-de-final o adversário parecia acessivel, comparativamente com alguns "tubarões" poderiam calhar, mas o campeão fracês, Olympique de Marseille não vendeu barato a sua derrota. Depois de um jogo muito pobre em terras gaulesas que terminou com um 0-0 no marcador, a turma de Nani e companhia, tinha de ganhar em casa. Foi um jogo que terminou com 2-1 para Man. United, num jogo onde o golo madrugador de Chicharito Hernández não fazia prever um embate tão difícil, onde a equipa francdesa impôs muitas vezes o seu futebol e só não conseguiu levar o seu objectivo mais avante, pois alguma sorte à mistura e Van der Sar impediram que isso acontecesse. Para os "quartos" estava gurdado um confronto de equipas de terras de sua majestade, o Chelsea opunha-se agora no caminho dos Red Devils. O jogo de Stamford Bridge foi muito equilibrado, um jogo entre duas equipas que se conheciam muito bem e onde só o belo pontapé de fora da área de Wayne Rooney conseguiu desfazer a igualdade. Partia então para a segunda mão em casa com uma vantagem de 1-0. Foi um jogo, onde na primeira parte, o Manchester se superiorizou muito a um Chelsea que apenas contava com um desinspirado Torres para tentar contrariar a vantagem da equipa da casa. Na segunda parte, Carlo Ancelotti, trocou Torres por Drogba e aí viu-se mais alguma qualidade ofensiva dos londrinos. Mas assim que o costa-marfinense conseguiu finalizar, o coreano Ji-Sung Park, no lance seguinte, finalizou uma brilhante jogada de ataque desenhada pelo Man. United, que assim venceu por 2-1. Nas meias-finais, aparecia o "outsider" Schalke 04, que mesmo assim tinha eliminado na ronda anterior o campeão em título Inter, em dois jogos, onde somou 7 golos no total. Estes números impunham respeito, mas estava guardado para esta fase o melhor Manchester United de toda a competição. Fez dois jogos de uma qualidade ofensiva e organização defensiva notáveis. No primeiro, na Alemanha, venceu por 0-2 e no segundo em casa, fazendo muita rotação da equipa, ganhou por 4-2. Conseguia assim alcançar a tão merecida final.





Já falta pouco para assistirmos a este embate. Mas vai ser curioso ver a forma como a "velha raposa", Sir Alex Ferguson, vai instruir os seus jogadores para ganharem a uma das melhores equipas de sempre ao nível da qualidade futebolística apresentada, que parece que joga de olhos fechados e que conta com um jogador que se está a perfilar para melhor de sempre, Lionel Messi. Assim espero que seja um jogo de grandes emoções, com muitos e bonitos golos e que ganhe quem demostrar, nesse jogo, um melhor futebol. Em jeito de conclusão a avanço o meu prognóstico para os dois onzes:



Futbol Club Barcelona: Víctor Valdés, Daniel Alves, Gerard Piqué, Carles Puyol, Adriano; Sergio Busquets, Xavi, Andrés Iniesta; David Villa, Lionel Messi, Pedro Rodriguez





Manchester United Football Club: Edwin Van der Sar; Rafael, Rio Ferdinad, Nemanja Vidic, Patrice Evra; Nani, Michael Carrick, Ryan Giggs, Ji-Sung Park; Wayne Rooney, Javier Hernández








terça-feira, 3 de maio de 2011

Guiados por Messi

Não houve massacre, não houve reviravolta histórica. Mas não houve humilhação.

O Real apresentou-se hoje mais pressionante e agressivo, e deu claramente a ideia que acreditava que podia fazer história e operar um reviravolta praticamente impossível.

O Barcelona hoje optou por uma estratégia mais expectante e de posse de bola no meio campo, arriscando muito pouco. Também não precisa, o Real é que tinha a perder com o resultado.

Mais um caso marcante, aquele golo anulado ao Higuaín mudaria o jogo como tinha referido aqui, não me parece que fosse falta, pois é involuntário, não me parece suficiente para cair assim e Marcherano já não chegaria à bola. Se Marcherano não caísse, seria golo à mesma. É assim que se defende o futebol de ataque?

Mas claramente não é hoje que o Real perde a eliminatória, foi na 1ª Mão. Foi na expulsão do Pepe, foi no golo anulado, mas também foi muito na estratégia da 1ª Mão.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Real Madrid - Barcelona

É fantástico o modo como o Real altera a sua forma de jogar no espaço de 4 dias. Apesar de ter os mesmos princípios de jogo, a forma como altera a mentalidade com que aborda o jogo merece realce. Pode-se quase dizer que Real Madrid despiu o fato de gala de Valência para vestir o fato-macaco para jogar contra o Barcelona. Apesar de não ser tão diferente a forma de abordar a bola/baliza, antes a disponibilidade para o fazer.
Que Mourinho faça isso com o Inter, parece normal, fazê-lo com o Real Madrid já é uma novidade até para os seus adeptos. Mas talvez seja mesmo esta a única forma (será?) de conseguir deter o Barcelona, pois foi nessa mesma janela táctica que o Arsenal o ia fazendo (com as devidas diferenças na forma de sair para o ataque). Pois foi nesses jogos, que se viu o Barcelona em maior dificuldades. As duas equipas com forma evoluídas de abordar a posse de bola (Arsenal e Real) desistiram desse aspecto de jogo, onde sabiam que Barcelona era rei. E apostaram numa forte coesa defensiva com as linhas muito próximas e apostando na transição defesa-ataque em velocidade ( Walcott e Di Maria). Deu a ideia que o Real esperava que numa bola parada a grande diferença de altura que tinha desse alguma vantagem, tal não aconteceu. E toda uma ideia de jogo mais intrínseca ao próprio adn dos jogadores foi ganhando confiança, espaço e acabou por explodir nos últimos minutos nos pés do jogador que melhor representa essa identidade de jogo: Lionel Messi. O último golo é algo - mais uma vez - divinal. Não nos esquecemos que apesar de desgastados psicologicamente e fisicamente, os defesas do Real não são os do Getafe ( com o devido respeito).

Com a expulsão do jogador Anti-tiki-taka o jogou mudou.
Isto tudo agora é "ses" mas duvido que com Pepe o jogo se desenrolasse desta forma. E se Mourinho não mexeu esperando a 2ª Mão, o 0-2, deixa no ar porque Káká, Benzema e Hinguaín não entraram. Lá está, se.

Mesmo assim este 0-2  continua a ser mais interessante que o 0-2 de ontem, pois o Real não dará a eliminatória por perdida. E se marcar primeiro - e cedo- em Camp Nou. Teremos Jogão! Mas para isso, Mourinho terá que abordar o jogo de outra maneira. Ele lá saberá fazê-lo.

É triste ver o espectáculo que se desenrolava a cada toque entre jogadores, o futebol é um desporto de contacto físico e o futebol só perde com estas tentativas de pressão nos árbitros. Algo que não se vê - por exemplo - em Inglaterra. É outro futebol.